STIG-MG se mobiliza para a Greve Geral, dia 30 de junho

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O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Gráficas, de Jornais e Revistas no Estado de Minas Gerais (STIG-MG) convoca todos os trabalhadores para aderir a Greve Geral do dia 30 de junho e ajudar no chamamento de todos os companheiros.

Juntos contra as reformas trabalhista e previdência; pela anulação da lei de terceirização; pela saída de Michel Temer e todos os corruptos do Congresso Nacional, com prisão e confisco dos bens; expropriação e estatização de todas as empresas envolvidas em corrupção, sob o controle dos (as) trabalhadores (as).

Essa será a segunda grande greve do ano e a principal resposta da classe trabalhadora à crise política, econômica e social que vive o país. Apoiados nas bases das nossas entidades, vamos construí-la com toda nossa força, em unidade com as demais centrais sindicais e movimentos sociais.

Esquenta da greve

O esquenta da Greve Geral com participação de todos os estados está marcado para o próximo dia 20, com panfletagem e diálogo com a população pela manhã e atos durante a tarde.

Uma greve geral vitoriosa que acumulou forças

No dia 28 de abril ocorreu a maior Greve Geral desde 1989, possibilitada pela disposição da classe e pela convocatória de um dia unitário de luta pelas Centrais Sindicais brasileiras. De norte a sul do país, os trabalhadores/as cruzaram os braços para dizer não às contrarreformas, com forte impacto na situação política, contribuindo para o desgaste do governo Temer.

O dia 24 de maio, “Ocupe Brasília”, que reuniu cerca de 150 mil pessoas, foi parte da continuidade dessa luta e demonstrou mais uma vez a indignação dos trabalhadores/as frente ao projeto de contrarreformas orquestrado pelo governo, pela burguesia e articulado com um Congresso Nacional cheio de deputados/as e senadores/as atolados/as em denúncias de corrupção com o apoio da grande mídia. Eles querem jogar a conta da crise nas costas dos/as trabalhadores/as.

O governo tentou derrotar o movimento utilizando uma repressão brutal, incluindo munição letal e até convocando o Exército. Não conseguiu, apesar das bombas e da violência injustificada contra os/as trabalhadores/as, ocupamos Brasília e resistimos enfrentando a violência policial e nos mantendo organizados até o final do ato.

No próximo dia 30 não será diferente. Vamos juntos mostrar nossa força e defender um futuro melhor para essa e as próximas gerações de trabalhadores brasileiros.