Assinada Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) – Varginha 2016/2017

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Os trabalhadores aprovaram em assembleia a proposta patronal que garantiu o reajuste de 10% (dez por cento) em relação aos pisos constantes nas cláusulas de A até E, e para aqueles que não se enquadram nas classes citadas anteriormente, ou seja, recebem acima, receberão um reajuste de 8,5% (oito vírgulas cinco por centro).

Diferenças Salariais: As diferenças salariais de maio a outubro de 2016, decorrentes da aplicação do percentual previsto na cláusula da CCT e da atualização dos valores dos pisos salariais desta Convenção, mais os reflexos legais, deverão ser pagos em, no máximo, 02 (duas) parcelas iguais nos meses de novembro de 2016 e dezembro de 2016. Uma das parcelas, a critério da empresa, poderá ser paga em qualquer um dos meses, no período definido de acordo com CCT. Confiram no site,www.graficosmg.org.br

No tocante aos ex-empregados, cujo contrato tenha se encerrado a partir de 1º de maio de 2016, as empresas deverão realizar o pagamento das diferenças até o 5º (quinto) dia útil de dezembro de 2016.

I – Foi aprovada também a nova redação do parágrafo segundo, da cláusula terceira, de modo que fica claro no que tange à recomposição do salário dos trabalhadores, o valor reajustado torna-se automaticamente defasado no mês de janeiro.

II – Sendo assim, considerando-se que os mencionados pisos, com o reajuste de 10%(dez por cento), têm como valor, respectivamente, R$ 943,04 (novecentos e quarenta e três reais e quatro centavos), R$ 933,60 (novecentos e trinta e três reais e sessenta centavos) e R$ 924,23 (novecentos e vinte e quatro reais e vinte e três centavos), haverá reajuste automático, caso fiquem abaixo do Salário Mínimo Nacional, em 1º de janeiro de 2017, respectivamente nos percentuais de 7,16% (sete, vírgula dezesseis por cento),6,09% (seis, virgula nove por cento) e 5,03% (cinco, vírgula três por cento);

A partir Janeiro 2017

III – Ocorrendo a hipótese do item II supra, o piso previsto na cláusula terceira, item IV, será de R$ 1.010,56 (hum mil, dez reais e cinqüenta e seis centavos), o da cláusula terceira, item V, será de R$ 990,46 (novecentos e noventa reais e quarenta e seis centavos) e, finalmente, os pisos da cláusula terceira, parágrafo segundo, itens I e II, será de R$ 970,72 (novecentos e setenta reais e setenta e dois centavos).

Contribua com seu Sindicato continuar garantindo seu reajuste.

Será 1% de seu salário em novembro e 1% em dezembro. Esse e um valor a qual não vai pesar no seu bolso, mais ajuda a garantir a autonomia e a força do seu Sindicato.

A taxa de contribuição assistencial é uma taxa que é descontada logo após o fechamento da Convenção Coletiva, é de apenas 2 % do salário, a ser descontado em duas vezes nos salários de novembro e dezembro. O sindicato conclama os trabalhadores a contribuir. Sabemos das pressões que os patrões exercem sobre os trabalhadores para que façam a carta de oposição, mas qualquer trabalhador sabe que sem um sindicato forte para garantir os aumentos salariais todo ano, para lutar pela preservação e pela ampliação dos direitos, a vida fica muito pior.

Mas na verdade o que os patrões buscam incentivando a oposição está muito claro: é impedir a ação concreta do sindicato dos gráficos (negociações , denuncias que fazemos  das gráficas nos órgãos públicos, as campanhas salariais ) . E o fazem para poderem agir livremente, retirando direitos, negando benefícios, piorando as condições de trabalho com banco de horas e outros artifícios e ate reduzindo salários.

Essas são algumas questões que levantamos para a reflexão geral, os trabalhadores sabem e conhecem a luta do sindicato para garantir e manter direito já conquistado.

Não podemos admitir que os patrões façam campanha para enfraquecer o sindicato dos trabalhadores.

Essa contribuição é o mínimo que todos podem contribuir sem aperto, afinal se gasta muito mais que 1% num simples passeio ou numa simples ida a um bar com os amigos.

Então nada mais justo e legítimo que se invista para a manutenção de um sindicato lutador e independente.

Portanto, companheiras e companheiros, o sindicato solicita que contribuam conscientemente para fortalecer sua identidade de gráfico e garantir seus reajustes anuais, mas, além disso, solicitamos que participem ativamente das atividades do sindicato.

Só com sua participação se faz um sindicato cada vez mais forte.

Mas, se mesmo assim, você quiser se opor á contribuição assistencial de 2% dividida em duas vezes, você pode entregar a carta de oposição entre os dias 03 a 12 de novembro 2016 na Praça João Pessoa, 80, Centro – Varginha. Sua carta deve constar no mínimo o seu nome completo, número da carteira de trabalho, endereço residencial, função e nome da gráfica onde trabalha e opcionalmente, o salário atual. Ela teve ser redigida de próprio punho e entregue pessoalmente, para aqueles que trabalham em Varginha. E para quem trabalha nas cidades vizinhas é facultado o direito e enviar carta pelo correio, por meio de AR, a ser postada no mesmo período de 03 a 12 de novembro, para a sede do STIG-MG: Rua: Jaguarão, 269, Bairro Bonfim, Belo Horizonte, MG, CEP: 31210 -240,

LUTA NACIONAL, RUMO A GREVE GERAL

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Governo Temer e os patrões querem jornada de 80 horas, redução de direitos e aumento da idade de 65 anos para homens e mulheres se aposentarem!!!

As medidas tão aguardadas pelos patrões fazem parte da reforma trabalhista planejada por Temer. Está nos planos do governo, por exemplo, a fixação da idade de 65 anos para se aposentar a liberação da terceirização no país em todos os setores e nas atividades-fim das empresas, esta proposta, se aprovada, vai levar a precarização de direitos, redução de salários, aumento dos acidentes de trabalho, entre tantos outros prejuízos ao trabalhador.

Mas não é de hoje que os patrões estão costurando o governo (desde a gestão Dilma) um projeto para que acordos coletivos de trabalho passem a valer mais do que a lei trabalhista.

A redução das férias e do 13° salário são alguns dos ataques que podem ser legalizados via acordos coletivos diretamente com a patronal. Os trabalhadores têm de se mobilizar para enfrentar esses e outros ataques, como a reforma da previdência.

Os patrões tem apoio do governo e usarão isso contra a gente. Então, vamos nos organizar desde já para impedir o avanço das reformas.

As centrais sindicais decidiram convocar uma jornada de lutas contra os ataques do governo Temer a nossos direitos trabalhistas, aposentadoria e cortes nas áreas sociais.

Dia 11 de novembro será o Dia Nacional de Mobilização contra a PEC 241 e os ataques do governo Temer nas retirada de direito da classe trabalhadora. E no dia 25 início da GREVE GERAL.

O STIG-MG é parte dessa luta, junto com a CSP-CONLUTAS e MNFG convocamos as trabalhadoras e os trabalhadores á mobilização permanente.

A única maneira de barrar esses ataques e partir para a luta unificada de todas as trabalhadoras e trabalhadores.

Construindo a greve geral.

Todos juntos nessa luta!